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Integrada na rede nacional Hall, esta imobiliária atua em todo o distrito de Beja.

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"As rádios locais já chegam a todo o lado"

No Dia Mundial da Rádio continuamos à conversa com gente que fez da rádio o seu local de trabalho. Apresentamos em seguida o resultado de mais uma boa conversa, desta feita com Inês Patola, jornalista na Rádio Voz da Planície há 25 anos.

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Fala-nos do teu percurso na rádio. Como chegaste a este meio de comunicação?

Aos 18 anos equacionei a possibilidade de começar a trabalhar, nessa altura, vi um anúncio num jornal regional a dar conta de um curso de jornalismo que ia ser ministrado na Rádio Voz da Planície através do IEFP. Concorri, fizeram-me uma entrevista de cultura geral, um teste de voz e fui seleccionada. Quando o curso acabou surgiu a hipótese de continuar na rádio e entretanto por cá fiquei, este ano a comemorar as “bodas de prata”.

Fizeste uma opção clara pelo jornalismo. Ser jornalista numa rádio regional continua a ser um desafio interessante para ti?

Claro, que sim! Não há dias iguais, vão surgindo novos protagonistas, novas histórias....

Quais são as áreas que mais gostas de acompanhar enquanto jornalista, e porquê? Política, cultura, economia…

Sempre gostei de política, talvez por ser das áreas que coloca mais desafios e esse é um aspecto que me seduz. Também gosto muito da “sociedade” e sobretudo dar voz a quem habitualmente não tem hipóteses de se fazer ouvir.

Achas que a população, de um modo geral, está interessada em conhecer a realidade local e acompanha com interesse as notícias da sua terra?

Sim, não há dúvida que as pessoas gostam de saber aquilo que se passa na sua terra.

Os jornalistas foram obrigados a acompanhar a evolução tecnológica dos últimos anos. Hoje em dia as rádios apostam muito nos meios digitais como forma de alcançar novos públicos. Tem sido um desafio interessante para ti?

A evolução tecnológica tem sido um desafio interessante e olhando para trás não há dúvida que, em 25 anos, muita coisa mudou na rádio. Só para se ter uma ideia, quando comecei, as entrevistas eram gravadas em cassetes, actualmente está tudo digitalizado.

Embora te mantenhas fiel à rádio, foste sempre experimentando outros meios. Fala-nos das tuas experiências jornalísticas fora do meio rádio.

Tive oportunidade de ter experiência a nível da imprensa, mas foi uma área que não me fascinou, a rádio tem outro encanto, quem experimenta dificilmente a consegue “abandonar”. É difícil de explicar a sensação de estar no “ar” e saber que alguém nos ouve do outro lado...

O que é, para ti, a rádio?

A rádio para mim é a forma de me realizar profissionalmente, de comunicar com a Região, com o País e com o Mundo! É que com as novas tecnologias, as rádios locais já chegam a todo o lado.

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