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Hall Paxis

Integrada na rede nacional Hall, esta imobiliária atua em todo o distrito de Beja.

Hall Paxis

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“O vinho é uma ferramenta essencial para o meu processo criativo!”

O músico e compositor Luís Espinho é um dos convidados para o Encontro Vínico e Literário que acontece já no sábado, dia 27 de maio, no âmbito do prémio literário “Do Mosto à Palavra”. E, nesta conversa com a Hall Paxis, Luís Espinho revela-nos que não dispensa um bom vinho em momentos de criação artística. O músico que agora vive uma pausa reflexiva na sua carreira, promete voltar aos palcos quando entender que chegou a hora. E, enquanto a hora não chega, na tarde do próximo sábado ele participa numa tertúlia juntamente com Bruno Ferreira, Paulo Abreu Lima e outros convidados surpresa.

 

luis espinho.jpg

A carreira e a vida do Luís está intimamente ligada à música. Pedia-lhe que nos ajudasse a perceber o que está a fazer, neste momento, relacionado com a música…

Desde que adicionei o estatuto de jubilado da Banca ao meu currículo (Outubro de 2016), e passada a fase de adaptação ao novo status, o meu tempo tem sido mais de pensar do que fazer... Organizar ideias, sedimentar vontades, descobrir caminhos...
Ouço muita música, aprendo e apreendo muito e vou-me convencendo do que sou (e não sou) capaz de fazer!
Desde que abandonei o projeto Adiafa, parei de frequentar palcos. Quando achar que é hora de voltar, voltarei!

Mas tem um grande percurso nesta área. A passagem pelos Adiafa foi um dos pontos altos da carreira. Mas houve outros projetos…

Integrei outros projetos, desde 1973 : Revisão (73/78), Hictal (79/82), Green Windows (76/77), Adiafa (2000/2015), Baile Popular (2010/2011), Mestre Cante (2014), Celina da Piedade e as Vozes do Cante ( desde 2015 e com quem ainda colaboro em concertos), para além de diversas participações vocais em projectos discográficos de músicos portugueses.

Fale-nos da sua relação com a leitura e com a escrita. Quais são os seus autores de eleição?

Desde muito novo que a leitura me atraiu. Leio de tudo (já li mais do que leio hoje), mas o que mais me atrai são os escritores que retratam estados de alma e os descrevem com humor inteligente.
Não elejo nenhum, porque eles podem zangar-se comigo por me esquecer de algum, estejam eles na Terra, no Céu ou...no Olimpo!!!

Canta muitas músicas escritas por terceiros. Acontece a todos os artistas…mas também tem escritos textos que mais tarde são musicados?

Tenho alguns poemas e algumas músicas que integram vários trabalhos, quase todos de grupos de que fiz parte.

Qual é a sua opinião acerca de um prémio literário que decide “casar” a criatividade da poesia e da literatura ao vinho. Parece ser um casamento feliz?

É o casamento perfeito, sem direito a divórcio!

O vinho é um bom companheiro para os momentos de criação literária ou poética?

O vinho é uma ferramenta essencial para o meu processo criativo! Mas o importante é saber casar os dois e não deixar que mutuamente se destruam... afinal - e como em tudo o que é honestamente inteligente - é privilegiar o que os une e descartar o que os divide!

 

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