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Hall Paxis

Integrada na rede nacional Hall, esta imobiliária atua em todo o distrito de Beja.

Hall Paxis

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"Rádio é falar ao ouvido!"

No Dia Mundial da Rádio a Hall Paxis esteve à conversa com a jornalista da Rádio Pax, Ângela Marques.

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O teu percurso pelo mundo da comunicação iniciou-se na faculdade ou, antes disso, já tinhas tido alguma experiência?

Comunicar sempre foi algo que fiz com gosto, ainda que antes do Ensino Superior não tenha tido nenhuma experiência concreta na área. Desde que me lembro sempre gostei de falar com os outros e ouvir os outros. Era muitas vezes escolhida para representante de turma talvez por essa facilidade de criar laços.

Porque razão escolheste as Ciências da Comunicação?

Durante o secundário estive em Ciências e Tecnologias e até tinha uma boa relação com os números mas sempre fui mais das palavras. Na altura de me candidatar à universidade não tinha nenhum cenário idealizado e Ciências da Comunicação foi um bocadinho um tiro no escuro. Correu bem.

És jornalista da Rádio Pax. Fala-nos sobre o dia-a-dia de um jornalista que trabalha para um órgão de comunicação social regional...

Acho que existe uma ideia demasiado “romântica” do jornalismo. Para além dos minutos em directo nos noticiários, há todo um processo de preparação das matérias, fazer entrevistas, seleccionar declarações, ouvir o outro lado, gerir agendas... Essa parte passa despercebida aos ouvintes mas é grande parte do trabalho diário da redacção.

Sentes que o público acompanha com interesse o teu trabalho? Dito de outra forma, achas que a população, de um modo geral, valoriza as notícias da sua própria terra?

Não tenho dúvidas disso. Acho que o público-alvo das rádios regionais está muito bem definido e essa faixa acompanha com interesse o que acontece na região. É engraçado receber chamadas na redacção de ouvintes que querem saber mais sobre algo que foi dito “no ar” e têm em nós uma espécie de ponte.

És ainda correspondente da CMTV na região. O trabalho para televisão é muito diferente?

Para mim são duas realidades totalmente diferentes. Ainda que os pressupostos do jornalismo se mantenham, são ritmos diferentes ainda mais quando se trata de um meio de comunicação nacional. E em televisão a dependência da imagem por vezes condiciona o conteúdo da informação. A rádio é mais pura, para o bem e para o mal.

Quais são as tuas prespectivas de futuro? Queres manter-te por cá ou ambicionas outros voos para a tua carreira?

Nesta altura estou com outro projecto profissional que gostava muito de conseguir levar a bom porto. É totalmente fora da comunicação.

O que é, para ti, a rádio?

Rádio é falar ao ouvido. É abrir o microfone e falar para milhares como se falasse para uma pessoa apenas. Na realidade regional, é ainda mais. Tenho noção que para muita gente somos a sua única companhia. É uma responsabilidade grande, mas uma gratificação maior ainda .

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