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Hall Paxis

Integrada na rede nacional Hall, esta imobiliária atua em todo o distrito de Beja.

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Dicas para poupar água e muitos euros! (31 de outubro - Dia Mundial da Poupança)

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Assinala-se na segunda-feira, dia 31 de outubro, o Dia Mundial da Poupança. A Hall Paxis está a aproveitar esta efeméride para lhe oferecer diversos artigos que nos ensinam e fornecem dicas sobre as possibilidades de poupança que todas as famílias devem ter em linha de conta.

No artigo de ontem deixámos-lhes dicas para poupança de energia elétrica. No artigo de hoje centramos a nossa atenção para o conjunto de hábitos que devem ser incutidos no nosso dia-a-dia de maneira a pouparmos euros e recursos através de uma utilização eficiente da água.

Os dados científicos são claríssimos como a água que consumimos! Ou seja, o homem tem apenas à sua disposição 0,5 por cento da água total do planeta, pois o resto é praticamente água salgada (97 por cento) e os outros 3 por cento encontram-se em forma de gelo.

Esta perspetiva mostra-nos a importância da água para a humanidade. E se este argumento não for suficiente, apelamos a que adote boas práticas que o ajudarão a poupar euros no final de cada mês!

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- Se fecharmos a torneira enquanto lavamos as mãos e os dentes podemos poupar cerca de 13 litros de água;

- Se lavarmos o carro com balde e esponja, em vez de utilizarmos a mangueira, estamos a poupar;

- Se tomarmos um duche rápido em vez de tomarmos um banho de imersão, podemos poupar até 100 litros de água;

- Devemos regar o jardim com um regador em vez de usarmos a mangueira;

- Se usarmos a máquina de lavar loiça, devemos assegurar-nos de que está com a carga cheia antes de pôr a lavar;

- Se lavar a loiça à mão, não deixe a água a correr continuamente, encha o lava-loiça com a água necessária;

- Cultive plantas típicas da sua região, porque estão melhor adaptadas às condições climáticas e utilizam a água disponível de forma mais eficiente;

- Reutilize água para regar o jardim. Pode usar a água de lavar fruta ou legumes, por exemplo;

- Se detetar uma fuga de água num espaço público, contacte imediatamente a entidade competente.

Fique ainda a saber que…

- A máquina de lavar roupa gasta cerca de 100 litros por lavagem e que a máquina da loiça consome 30 litros;

- Um autoclismo que esteja a perder água gasta 171 mil litros em seis meses;

- Na descarga do autoclismo gasta-se cerca de 10 a 15 litros de água;

 

Parte da informação contida neste artigo foi-nos disponibilizada pela Empresa Municipal de Água e Saneamento de Beja, a quem agradecemos a colaboração!

Emagreça a fatura da eletricidade!

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Através do Dia Mundial da Poupança, assinalado a 31 de outubro, pretende-se alertar os consumidores para a necessidade de disciplinar os seus gastos. A ideia inicial surgiu no ano de 1924, no decurso do I Congresso Internacional de Economia, em Milão.

“Agarrando o seu futuro financeiro” é o lema escolhido para o Dia Mundial da Poupança em 2016.

Nos próximos dias, através do nosso blogue e da página oficial no facebook, a Hall Paxis vai assinalar esta data fornecendo aos seus seguidores informação útil sobre como poupar dinheiro dentro da sua casa, nomeadamente ao nível dos consumos de energia elétrica e da água.

E porque as poupanças devem estar guardadas no banco e investidas em aplicações que as ajudem a crescer estamos também a ultimar uma entrevista com um especialista nesta matéria.

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Por agora detemo-nos em alguns conselhos úteis para poupar energia elétrica nas nossas casas.

- Crie o hábito de desligar a luz sempre que sai de uma divisão para a qual não vai voltar tão cedo;

- Substitua todas as lâmpadas incandescentes por lâmpadas economizadoras ou de baixo consumo. Não se assuste com o preço – apesar de serem bastante mais caras que as lâmpadas “normais” é um investimento que compensará – consomem 6 vezes menos energia e duram 8 vezes mais;

- Desligue todos os botões de standby dos eletrodomésticos – se a luz estiver acesa continua a consumir energia e a aumentar a fatura da eletricidade;

- Escolha sempre os eletrodomésticos que apresentem melhor eficiência energética. O investimento inicial pode ser maior, mas as poupanças futuras serão de longo prazo;

- Concluído o carregamento de telemóveis, MP3 ou máquina fotográfica desligue o carregador da tomada, caso contrário continuarão a consumir energia;

- Adira à tarifa bi-horária, programe as máquinas para trabalharem exclusivamente no período noturno e veja a sua conta da eletricidade a diminuir;

- Certifique-se que todas as janelas e portas de casa estão bem isoladas – cerca de 30% do calor/frio entra em casa pelas janelas, ou seja, também pode sair, o que significa que gastará mais energia a aquecer ou a refrescar a casa.

- O frigorífico é um dos eletrodomésticos que mais energia gasta numa casa, por isso, evite abrir e fechar a sua porta muitas vezes seguidas, optando antes por retirar ou guardar tudo o que precisa de uma só vez;

- Sempre que possível, troque a máquina de secar roupa pelo estendal e o ar livre. Porém, quando a utilizar, não se esqueça, sempre na carga máxima e faça várias secagens seguidas para aproveitar o calor acumulado;

- Quando passar a ferro, passe a maior quantidade de roupa possível, aproveitando o facto da tábua e do ferro já se encontrarem quentes, e evitando o consumo excessivo de energia que ligar e desligar um ferro inúmeras vezes requer;

- A instalação de um painel solar doméstico é ótimo para aproveitar a energia solar, aquecendo a casa e a água;

Fonte: www.saberpoupar.com

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Nós somos o que comemos!

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Afinal não devemos ter medo de ingerir pão e ovos. Este é um mito que podemos ajudar a desconstruir no Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro). A Hall Paxis conversou com Ana Margarida Ramalho, nutricionista da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo. Esta especialista explica-nos que é um erro crasso singirmos a nossa alimentação diária ao pequeno almoço, almoço e jantar, pelo que devemos todos ganhar o bom hábito de apostar nas refeições intercalares. Ah, e a dieta mediterrânica pode ser uma excelente fonte de inspiração para todos. Este é apenas um resumo dos ensinamentos que nos deixa, em seguida, esta especialista em nutrição.

O Diretor Geral da Saúde, o médico Francisco George afirmou, recentemente, que metade das causas de morte em Portugal estão relacionadas com alimentação. Concorda?
Claramente. O Relatório da Saúde de 2015 diz-nos claramente que os hábitos alimentares são o principal fator de redução do nosso tempo de vida. Para alterar esta situação o grande desafio que temos pela frente passa por alterar os nossos hábito alimentares. Sabemos que a obesidade é a doença do século XXI mas a diabetes, o colestrol, a hipertensão estão relacionadas com a alimentação.

Quer identificar-nos algumas regras básicas que permitam que um cidadão saudável possa ter bons hábitos alimentares?
Eu sou defensora da dieta mediterrânica. Não rares vezes a pergunta que os pacientes me colocam tem a ver com a identificação do que podem e do que não podem comer. E ficam muito surpreendidas quando lhes digo que podem comer de tudo. As pessoas ainda preferem que lhes seja dito o que não podem comer, como se de uma ordem de tratasse.
A verdade é que podemos comer de tudo, sendo certo que devemos ter em linha de conta as quantidades, a qualidade e perceber que existem produtos mais prioritários, nomeadamente quando comparamos produtos insdustrializados e produtos menos processadados. Por exemplo, quando são obrigadas a escolher entre bolachas e pão, as pessoas preferem as bolachas. É muito importante variar a alimentação, se como pão não devo comer batatas ou arroz na mesma refeição. Mastigar devagar é muito importante e o ter horas para comer é outro dos grandes erros.

Importa-se de explicar melhor essa ideia...
Estou a referir-me a saltar refeições. As pessoas acham que se comerem poucas vezes ao dia faz com que percam peso. É verdade que pode acontecer numa fase inicial, mas com o desenrolar do tempo o nosso metabolismo começa a poupar. Não lhe estamos a fornecer tanta comida como ele precisaria e o corpo entra em mode de poupança. Precisamos de dar energia ao nosso corpo constantemente.

Está a dizer-nos que é errado restringir a nossa alimentação às refeição principais?
Sim. Nós aprendemos na escola que as refeições principais são o pequeno almoço, o almoço e o jantar. Mas queria passar a mensagem de que as refeições intercalares são muito importantes, são aquelas que de uma forma indireta nos vão a controlar as quantidades na refeição principal e são aquelas em que forneço mais energia ao meu organismo. Não precisam de ser grandes refeições! Imagine que comi uma fatia de pão e um copo de leite ao pequeno almoço, a meio da manhã é desejável que coma metade de uma fatia de pão e meio copo de leite, por exemplo.
Já percebi que podemos comer de tudo e que o segredo está nas quantidades. Importa-se de explicar como é que um cidadão comum, sem formação em nutrição, pode facilmente perceber quais são as quantidades corretas?
Imaginemos um prato dividido em três partes iguais. Numa das partes colocamos as hortícolas, na outra a carne o peixe ou os ovos e na terceira parte tivermos os acompanhamentos, teremos um prato equilibrado. Se a pessoa quiser perder peso então deve colocar hortícolas em metade do prato, um quarto do prato com carne, peixe ou os ovos e no outro quarto de prato coloca os acompanhamentos (arroz, massa ou batata).

É bom intercalar entre carne e peixe?
Sem dúvida. Nós temos um excesso de consumo de carne e um deficiente consumo de peixe. Há um outro mito em torno dos ovos e as pessoas têm medo de utilizá-los na sua alimentação. Por exemplo, se falarmos em carne aquilo que é recomendável para um adulto é o consumo de 100 gramas, ou seja, um bife do tamanho da palma da nossa mão.

Há pacientes que confidenciam não ter dinheiro para cumprir uma alimentação equilibrada e variada?
Sim, nós temos uma população com algumas dificuldades económicas. Mas esse é também o nosso trabalho, ensinar as pessoas que do pouco às vezes conseguimos fazer muito e na alimentação esta regra funciona! As pessoas continuam a gastar muito dinheiro em alimentos que não deviam consumir e gastam menos nos alimentos que são essenciais. Em vez de estarmos sempre a gastar dinheiro na carne, podemos variar e fazer ovos mexidos, omeletes, etc. Não temos a necessidade de comer todos os dias carne e peixe, até porque as recomendações dizem-nos que devemos comer, pelo menos duas vezes por semana, ovos, feijão ou grão e depois as outras refeições intercaladas entre a carne o peixe.
Tenho cada vez mais a convicção de que devemos seguir uma dieta mediterrânica, com todas as tradições que temos na nossa região. Somos uma região rica em cereais, azeite, hortícolas ou a fruta.  

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